quinta-feira, julho 02, 2009

Desabafo


Em uma semana, por diversas vezes senti a necessidade de escrever. Os assuntos são banais, mas transpor em letras o que sinto é a terapia mais apaixonante que conheço. Não é à toa que escolhi ser jornalista, assim como não é à toa que quero escrever, no mínimo, um livro.
À toa mesmo foi o discurso do ministro Gilmar Mendes, dizendo que jornalismo não é ciência, ou seja, não necessita de técnicas. E o assunto não é batido não! É necessário que mantenha-se em destaque para as pessoas não esquecerem que o direito e a qualidade da informação emitidas pelos meios de comunicação estão ameaçados.
Com orgulho, zelo pelo meu diploma, adquirido após quatro maravilhosos anos, entre aulas de teorias da comunicação, do jornalismo, redação jornalística, técnicas de pesquisa, reportagem e entrevista, assessoria de imprensa, radiojornalismo, comunicação comunitária, telejornalismo, sociologia da comunicação, ética, legislação, cibercultura, jornalismo online, língua portuguesa, história do jornalismo, estética, filosofia, fotojornalismo, planejamento gráfico, metodologia científica, etc. E não para por aí, já que estou prestes a concluir a pós-graduação em Comunicação e Política e devo ingressar num Mestrado daqui um tempo.
Sem o mínimo de humildade, afirmo que o meu diploma tem muito valor e que o meu trabalho não fere a liberdade de expressão de ninguém, afinal a página de opinião do jornal está à disposição do cidadão. Mais do que isso, agradeço às minhas fontes por confiarem a mim as histórias de suas vidas, muitas vezes sem final feliz. São estas pessoas que me proporcionam o prazer de levantar diariamente disposta a contribuir para uma era melhor.

2 comentários:

Marcos Pascotto Palermo disse...

Também valorizo o diploma de vocês!
Beijo!

Jaiana disse...

Que lindo, peque! Me emocionei.