quarta-feira, dezembro 26, 2007
Ausência
Pude ver gente correndo de moto de um lado para o outro para poder ter o prazer de assistir ao amigo entregar um trabalho na hora;
Pude ver uma turma reunida, aguardando a chegada do último a concluir um objetivo nada fácil;
Pude ver um brinde de alegria;
Pude ver uma turma se esvaindo em lágrimas, enquanto um amigo mais do que querido lia sua mensagem cheia de desejos positivos;
Pude receber abraços sinceros de quem quer sempre o meu bem;
Pude dividir segredos íntimos com a vizinha da esquina;
Pude fazer montinho e tirar fotos com a banda;
Ausências são para essas coisas... para refletir sobre o que é bom e que te faz tão bem e aprender a ignorar àqueles que tentam te atingir (tentativas quase falhas, óbvio!).
Me ausentei
Refleti
Voltei.
"amar e mudar as coisas me interessa mais..."
terça-feira, outubro 23, 2007
E de novo a despedida...
- Ué o que foi? - eu falo.
- Sexta vamos fazer uma festa de despedida? - ela replica
- (engole seco)Por quê? - eu questiono.
- (limpa as lágrimas) Tô indo embora.
...
O resto do diálogo já não vem ao caso, até mesmo por que foi impossível de entender. Chorei por um desespero - sim, muito egoísta de minha parte - mas parecia que o chão tinha aberto e eu tava indo, novamente, ao fundo de um buraco. Em abril de 2004, foi assim. Eu sabia que era para o meu bem, mas entristeci. Eu sabia que estava diante do começo do progresso, porém o preço que eu estava pagando não foi promocional.
Ela está indo, com as melhores perspectivas. Eu fico por aqui, na torcida que as mesmas sejam superadas. Enquanto isso guardo no meu baú (aquele baú que a gente tem do lado esquerdo do tronco, sabe?) os jogos da rima; as conversas sobre o passado unidas a gargalhadas, fotos e Bohemias; as peripécias da familiOca; a conspiração constante contra as vacas; o compartilhamento das grandes paixões que houveram nesse tempo - os inícios e os fins; o carinho famliar, que por muitas vezes me fez esquecer que ela não era uma Couto; enfim, as atitudes sempre tão simples que permitiu a criação de uma amizade forte dessas que não se terminam por nada.
O choro egoísta é impossível de conter, assim como o ensejo que essa ida seja o primeiro degrauzinho do sucesso. (ang)Ela é mais do que especial e já me faz sentir saudade.
Trilha sonora: Pra ver se Cola - Trem da Alegria
segunda-feira, outubro 22, 2007
Bobagenzinha
1º) Pegar um livro próximo (não procureeeeeee);
2º) Abra-o na página 161;
3º) Procurar a 5ª frase completa;
4º) Postar essa frase em seu blog;
5º) Não escolher a melhor frase, nem o melhor livro;
6º) Repassar para outros 5 blogs.
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"Entre esse primeiro livro e o último, Memorial de Aires (1908), percebe-se uma lenta evolução, que faz de sua obra uma das mais importantes de nossa literatura." (falando de Machado de Assis)
Estudos de Literatura Brasileira - Douglas Tufano
Enviado para Elisa, Mana, Vanessa, Bruno, Pedro
*Havia esquecido de citar, mas agora vai: quem me pasosu foi a minha irmã Âng(ela). ;)
sábado, outubro 20, 2007
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Trilha sonora: Superfantástico - Balão Mágico
domingo, outubro 14, 2007
segunda-feira, setembro 24, 2007
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- Ah eram dois desconhecidos e se encontravam casualmente um não sabia nada do outro era somente sexo...
- Hum... mas ele se apaixona por ela e blá blá blá...
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- Promete que não haverá tiro que eu prometo que não haverá memorial.
-Prometo!
...
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Gênero: Romance
Origem/Ano: FRA-ITA-EUA4/1972
Duração: 129 min
Direção: Bernardo Bertolucci
Com Marlon Brando e Maria Schneider
sábado, setembro 22, 2007
Já não tem 18 anos, ou seja, passou da fase de rebeldia.
Já passou bem dos 20 anos, ou seja, não é a crise dos vinte e poucos.
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Estava inquieta, querendo ficar quieta.
Buscava possibilidades em todos os lugares, porque não queria mais frequentá-los.
Sente saudade, quer um colo, um abraço apertado, atenção.
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Deita na cama vazia e fria. Vira para o lado direito tentando evitar que as lágrimas caiam. Esforço em vão. A chuva faz o som. Cerra os olhos. Lá se foi mais um dia...
sábado, setembro 15, 2007
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quarta-feira, setembro 05, 2007
terça-feira, setembro 04, 2007
quarta-feira, agosto 29, 2007
A semana se chamou agonia.
A viagem se chamou preparação psicológica.
O encontro se chamou final dos anos 90.
A visão de palco se chamou alegria incontida.
O grito se chamou amor transbordante.
A foto se chamou registro de um grande momento.
A faceirisse se chamou sonho realizado.
O outro dia se chamou feliz por estar contigo.
quarta-feira, agosto 22, 2007
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domingo, agosto 12, 2007
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Um olhar.
Um abraço.
Um beijo.
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Trilha sonora: Último Romance - Los Hermanos
segunda-feira, agosto 06, 2007
* por Fernanda Couto
Era a semana do retorno. O último. Na tentativa de afastar o clima nostálgico que possivelmente atormentaria a vida daquelas formandas, investiu-se em saídas em grupo.
Teve ida a bar com som ao vivo, com direito a pedir música escrevendo num guardanapo, troca de bilhetes com pessoas em outras mesas e versos bonitos como este: " Morena de toda crina / dos lábios de pitanga / te entrego meu coração / como boi manso pra canga" (e teve quem dissesse que eram do Alceu Valença). Teve também ida a bar, com reflexões profundas do tipo "I'm morai.", "Quando eu coloco os olhos pra dentro não consigo abrir a boca.", "ahhh sei, a diaba menstruada!" e término de noite dançando "adocica meu amor, a minha vida ô". Outro momento que não pode deixar de ser citado é aquele regado à uma tal bebidinha azul - só podia estar envenenado o dito curaçau - que dá liberdade às pessoas de ficarem em casas alheias, enquanto o dono sai e dançar com coreografia o grande sucesso de Rosana "Como uma deusa".
A finalização da semana "Xô pra lá, nostalgia!" foi lendo uma revista - dessas que conta a vida de famosos - e analisando a profundidade textual da mesma.
A cantora-modelo-atriz-dançarina-apresentadora Fernanda Couto conhece a chuva
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segunda-feira, julho 23, 2007

terça-feira, julho 10, 2007

Assistente de direção: Elisa Fonseca
Direção de arte: Estela Fonseca
terça-feira, julho 03, 2007
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Por que é difícil de entender que você relaciona acontecimentos de áreas diferentes?
Por que é difícil de entender que não foi necessário ler nenhuma auto-ajuda e mesmo assim você cresceu e formou alguns conceitos?
Por que expor as fraquezas obrigatoriamente tem que ser uma mentira?
Por que expor as fortalezas obrigatoriamente tem que ser uma verdade escondida?
Por que existe a necessidade de competição constante?
Por que a simplicidade é uma raridade?
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Crise dos vinte e poucos anos...
" ... aonde for não quero dor, eu tomo conta de você, mas te quero livre também. Como o tempo vai o vento vem..."
Trilha Sonora: A Sua - Marisa Monte
segunda-feira, julho 02, 2007
Abraço apertado. Beijo demorado. Mão no cabelo.
Colo. Beijos pequenos e vagarosos. Mão com mão.
Conversas que não dizem nada. Silêncio que dispensa palavras.
Diálogos que me deixam facialmente ruborizada. Diálogos desavergonhados e despreocupados.
Risadas. Olhares. Olhos cerrados. Sono. Conchinha.
Concordam. Discordam. Se entendem.
Olha no relógio. A hora não interfere em nada.
O dia amanhece bonito aos meus olhos.
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"... e eu me apaixono todo dia e é sempre a pessoa errada. vc sorriu e disse: - eu gosto de vc tbm..."
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Trilha sonora: Love in the Afternoon - Legião Urbana
segunda-feira, junho 25, 2007
- Eu sou um objeto. Na verdade, quem come é a mulher. - diz ele em tom provocativo.
O diálogo mais "boca podre" que eu já ouvi. E tão simples. E tão engraçado...
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E é nessa simplicidade que brota a satisfação em ter certas pessoas no meu círculo de relacionamentos (e uso essa palavra para referir a relacionamentos humanos, independente de sexualidade). É daí que percebo que as coisas perfeitinhas demais não significam felicidade alguma (inclusive podem representar muita infelicidade!). E noto que frases bonitas e bem feitas utilizadas por aí podem ser apenas da boca pra fora. E reconheço que estar numa situação diferente do comum faz bem. Que as doses que ando tomando vez em quando é um elixir gostoso que realmente me traz vida. Que os abraços apertados que ganho me dão uma sensação boa de proteção e me fazem sentir sempre com forças suficientes para encarar qqr coisa(mais ou menos como acumular superpoderes, sabe?) E é simples assim que eu gosto. Gosto, gosto e gosto.
domingo, junho 03, 2007
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Dia desses tive um sonho muito engraçado. Até me fez acordar de bom humor...
Não tinha nenhum Eduardo, muito menos uma Mônica, mas era uma festa estranha com gente esquisita. Me parecia um aniversário. A bebida era tequila, a qual todos tomavam e eram fotografados. A música vinha da televisão, e as pessoas dançavam enlouquecidas uma tal de "you can dance, you can jive...", que tocou repetidas vezes.
O que mais me estranhava eram aqueles convidados: gente incorporando em cima do sofá, gente meiga querendo cheirar pó, gente redescobrindo sua opção sexual, gente chamando o Hugo desesperadamente (depois que eu vi que era para deitar com ele no chão), gente de mini-blusa, seguido de sem blusa, sessão beijinho (todo mundo com todo mundo), ... nossa!
Tudo muito engraçado... e me fez lembrar de um "poema" q estampava meus cadernos do ensino fundamental: " Sonhar sozinho é apenas um sonho, sonhar junto já é realidade". A pergunta que não quer calar: será que mais alguém sonhou naquela noite?
Trilha sonora: You can dance - Abba

